Історія Renault

A Renault S.A. (pronuncia-se Renô) é uma fabrica francesa de veículos que produz desde automóveis pequenos e médios, vans, ônibus e caminhões. É conhecida pelos protótipos que desenvolveu e ainda desenvolve. Atualmente é o fabricante de automóveis com os melhores resultados nos testes de colisão (crash tests) conduzidos pela EuroNCAP na Europa.
História
A primeira delas, no dia 24 de dezembro de 1898, data mais aceita pelos pesquisadores para marcar o nascimento da Renault. Naquela véspera de Natal, Louis Renault, então um jovem de 21 anos recém-saído do exército, colocou na rua a sua Voiturette A, um carro que construiu artesanalmente na garagem da casa de seus pais, usando como base um triciclo De Dion-Bouton.
Amigos incrédulos apostaram com Louis que seu carro não subiria a rua Lepic, em Montmartre, a mais íngreme de Paris, з 13% de inclinação. Não sabiam, але, que o jovem era um gênio em mecânica: com a Voiturette A, ele inventara também a transmissão direta, a primeira caixa de câmbio da história do automóvel.
O carrinho subiu a ladeira, Louis Renault ganhou a aposta e recebeu, logo de cara, uma encomenda para produzir mais 12 одиниць.
Usando sua criatividade e contando com um bom apoio financeiro dos irmãos, Marcel e Fernand, ele começou a produzir seus carros. Dois anos depois da aposta da rue Lepic, a fábrica já contava com 110 funcionários e havia registrado patentes como a do turbocompressor e a do câmbio com tomada direta.
Os três Renault concordaram, потім, que uma boa estratégia para tornar a marca ainda mais conhecida seria participar de competições automobilísticas.
Em 1901, seus carros conquistaram as quatro primeiras colocações no rali Paris-Bordeaux e os dois primeiros no Paris-Berlim. Em 1902, com Marcel ao volante, a Renault venceu a prestigiosa Paris-Viena. Em 1903, але, uma tragédia abalou a fábrica e a família: Marcel morreu em um forte acidente durante o rali Paris-Madri.
Louis e Fernand decidiram continuar nas competições, mas contrataram pilotos profissionais para conduzir seus carros em provas por toda a Europa e em algumas corridas nas Américas. Os irmãos resolveram, як і раніше, dividir bem suas funções: Louis cuidaria das áreas de criação, engenharia e produção. Fernand seria o responsável por expandir a rede de vendas da Renault. Não só na Europa, mas também nos EUA.
Deu certo. Em 1905, a Renault tinha encomendas para fabricar 250 táxis para Paris e Londres. Na fábrica de
Billancourt, onde um dia fora a garagem dos pais de Louis, uma linha de produção trabalhava em ritmo frenético para dar conta dos pedidos. A empresa se consolidou como a maior montadora da França e, nos anos seguintes, era possível encontrar táxis da Renault rodando por cidades como Nova York e Buenos Aires.
A fábrica ia de vento em popa e, в 1907, arriscou-se em uma nova área: motores para a aeronáutica.
E conseguiu sucesso, batendo recordes de velocidade no ar.
Em 1909, no entanto, um novo abalo na família. Doente, Fernand morreu, deixando Louis sozinho no comando da companhia.
O caçula conseguiu manter os negócios em alta, mantendo 5.000 funcionários e uma estável produção anual de 4.200 одиниць.
A Renault voltaria a viver dias frenéticos em1914, com a deflagração da Primeira Guerra Mundial. Logo no início, um episódio colocou a Renault na história do conflito. O governo francês usou mil táxis da montadora para levar 4.000 homens à frente de batalha contra os alemães no episódio que ficou conhecido como “os táxis de Marne”.
A montadora alterou sua linha de produção e começou a fabricar artigos de guerra: caminhões, ambulâncias, motores de aviões, bombas e o FT17, um tanque “leve” que teve papel fundamental para que os Aliados conseguissem romper a resistência alemã.
A guerra terminou e Louis Renault saiu vitorioso, coberto de glórias e de gratidão. Sua fábrica já era a maior de toda a França.
Але, quando ele esperava dar mais um salto para o crescimento de sua empresa, aconteceu justamente o contrário. Com o fim do conflito, veio a recessão mundial. Para piorar, a Renault começou a sofrer com a concorrência americana. Os impostos sobre a produção cobrados pelo governo francês eram tão elevados que ficava mais barato para o consumidor importar um Ford dos EUA do que comprar um Renault na sua cidade.
A saída para Louis Renault foi vender parte da companhia para bancos e reorganizar a montadora, que em 1921
passou a se chamar Société Anonyme des Usines Renault (SAUR). Nessa reorganização, o fundador imaginou uma empresa capaz de atuar em todos os setores dos transportes, que atacasse em todas as direções para voltar a crescer.
Além de carros, ele passou a fabricar tratores, vans, ônibus, caminhões, motores para barcos. Louis queria reduzir ao máximo os custos de produção. Então, passou também a fabricar as matérias-primas de que precisava. Em pouco tempo, a Renault já contava com uma siderurgia e até com fábricas de pneus, de óleo e de papelão!
Foi nessa época que Louis começou a ter uma outra preocupação: o crescimento da Citroën, que lançara seu primeiro modelo em 1919 e se especializara numa linha de veículos mais populares.
A década de 20 marcou o início da disputa entre as duas montadoras francesas. Se uma começava a fabricar ônibus, a outra a seguia. Quando uma empresa decidia testar um novo mercado, era seguida pela rival.
A concorrência fez bem às duas empresas. Em 1930, a Renault tinha fábricas na Inglaterra e na Bélgica e mantinha representações em 49 países.
Veio, потім, mais um período de recessão mundial, impulsionado pela quebra da Bolsa de Nova York. Louis imaginou que já sabia a receita para se salvar e continuou diversificando seus negócios. Comprou uma fatia da Air France e ajudou a estabelecer a Air Bleu, o correio aéreo francês. Mas também cortou salários e aumentou a jornada de trabalho em suas fábricas, gerando várias ondas de protestos e greves.
Confrontos nas portas das fábricas se tornaram rotina e, в 1935, dois funcionários morreram em combates com a polícia em Billancourt.
Naquele mesmo ano, Louis perdeu seu grande concorrente. Enrolado em dívidas com bancos, apesar do
sucesso de seus carros, André Citroën morreu, deixando toda a estrutura de suas empresas à deriva. O governo francês tentou fazer com que a Renault absorvesse a rival, mas isso era demais para o temperamento de seu fundador. Orgulhoso, Louis não aceitou, e a Michelin acabou ficando com o controle sobre a Citroën.
Dois anos depois, але, ele acabou indo contra outra de suas convicções. Dobrado pela vontade do mercado, a Renault seguiu o exemplo de montadoras como a Fiat (com o 500) e a Volkswagen (com o Fusca) e a lançou, в 1937, seu primeiro modelo de “carro compacto”, o Juvaquatre.
Era um carro de duas portas, freios hidráulicos, motor de 1.003 ccm e potência de 24 кінська сила. E que não serviu para melhorar as condições da companhia. As vendas nunca decolaram e a Renault passou os anos seguintes tentando sair do buraco, apoiada principalmente na produção de caminhões.
As crises econômica e social da França só tornavam a tarefa mais difícil. No país todo, fábricas e trabalhadores
continuavam entrando em conflito. O franco se desvalorizava a cada dia. Só em 1938, foram contabilizados 1.868 saques em cidades do país. A diversificação da produção, receita que tirou Louis da primeira recessão, não funcionava. A crise era muito mais pesada e seu estilo autoritário ao negociar com os grevistas não ajudava em nada. Contra a vontade de seu fundador, o conselho administrativo da empresa decidiu por uma nova reviravolta: largar todo o resto e se concentrar apenas na produção de carros, que a cada ano perdia espaço para a Citroën e para a Peugeot.
A deblace definitiva de Louis Renault começou em 1939, junto com a Segunda Guerra Mundial. Simpatizante de Adolf Hitler, ele acreditava que o ditador era o único homem capaz de unir a Europa e de vencer os EUA, principalmente no aspecto comercial. Так, quando o conflito explodiu, fez corpo mole. Demorou a colocar sua fábrica à disposição dos Aliados. Diante dessa resistência inesperada, no início de 1940, o governo francês decidiu mandá-lo para uma “viagem diplomática de negócios” aos EUA.
O plano, na verdade, era um pretexto para afastar o empresário e usar suas fábricas em prol dos Aliados. Mas não houve tempo para muita coisa. Em abril daquele ano os alemães invadiram a França e tomaram o complexo de Billancourt, que usaram para consertar tanques.
Isso explica porque, a partir de 1942, as fábricas de Billancourt se tornaram um dos principais alvos de bombardeios da Royal Air Force, a eficiente força aérea britânica.
A guerra terminou, enfim, в 1944, com a vitória dos Aliados. Louis, потім, imaginou poder reconstruir seu sonho. Enganou-se. Foi preso em setembro daquele ano, por “colaborar com o inimigo” e morreu em outubro, numa clínica de Paris.
Meses depois, o governo francês, comandado pelo general De Gaulle, anunciou a nacionalização da Renault. A
justificativa, o fato de a fábrica ter sido utilizada como um “instrumento do inimigo”. O engenheiro Pierre Lefaucheux foi designado presidente da montadora, dando o pontapé inicial para uma nova era.
Durante dois anos, Lefaucheux se ocupou com a reconstrução da Renault. Finalmente, в 1946, a fábrica voltaria a lançar um carro. A aposta da nova administração foi o 4CV, que conseguiu um enorme sucesso e viria a se tornar o “avô” do Gordini. A Renault estava salva.
Entre 1979 і 1987, a Renault teve maioria acionária na empresa American Motors Corporation (AMC), à qual foi vendida à Chrysler em março de 1987.
Em abril de 1986 o governo francês opôs-se à privatização da Renault. Але, 10 anos depois, в 1996, a empresa foi parcialmente privatizada.
Em 2 de janeiro de 2001, a Renault vendeu sua subdivisão de veículos industriais (Renault Véhicules Industriels) para a Volvo, que a rebatizou de Renault Caminhões em 2002.
Situação Atual
O governo da França detém 15,7 % da empresa, porém a Renault é uma empresa privada. Louis Schweitzer foi o executivo-chefe da Renault de 1992 a 2005, quando foi substituído pelo brasileiro Carlos Ghosn, que era até então o CEO da Nissan.
A Renault participa em 44,4% do capital da fabricante japonesa de automóveis Nissan. Juntas, elas formam a Aliança Renault-Nissan (Renault-Nissan Alliance). Outras participações da Renault são na Samsung Motors (Coréia do Sul), na sueca Volvo Trucks e na romena Dacia.
Na América do Sul, a Renault possui fábrica na Argentina desde 1967 (embora seus modelos sejam montados naquele país desde 1960). Ні Brasil, esteve presente na década de 1960, por meio da norte-americana Willys Overland, que produziu sob licença os modelos Dauphine e Gordini (це, uma versão mais aprimorada do Dauphine) до 1967, ano em que a Willys Overland vendeu suas operações para a Ford brasileira, a qual herdou o “projeto M”. Esse projeto, desenvolvido em parceria entre a Renault e a Willys, resultou no lançamento pela Ford em 1968 do Corcel, um automóvel cujo estilo pode ser considerado, grosso modo, uma versão americanizada do Renault 12.
В кінці 1990 retorna ao país inicialmente como importadora, і, posteriormente, como fabricante em moderna planta inaugurada na cidade de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, в 1998.

Renault na Fórmula 1 (F1)
A Renault competiu como equipe na Formula 1 між 1977 і 1985, e novamente do ano de 2002 на, sendo bicampeã do mundial de construtores em 2005 e em 2006 e fazendo do piloto Fernando Alonso o bicampeão do mundial de pilotos desse mesmo ano. No período em que não competiu com marca própria (década de 1990) forneceu motores à equipes como a Benetton e a WilliamsF1.
A Renault F1 Team estreou-se na Fórmula 1 no GP da Inglaterra de 1977 com o piloto francês Jean-Pierre Jabouille. Marcou seus primeiros pontos na temporada seguinte com Jabouille no GP dos EUA. No ano de 1979, além de Jabouille, a equipe contou com o piloto René Arnoux. Neste ano a equipe conquistou a 1º vitória na Fórmula 1 no GP da França com Jabouille e para completar a festa Arnoux chegou na 3º posição.
Em 1981, a equipe contou com o piloto Alain Prost. No ano de 1983, Prost conquistou o vice-campeonato de pilotos e de equipes, também forneceu motores para a equipe Lotus.
Renault utilizada por Prost em 1983
Permaneceu como equipe até o ano de 1985, mas continuou fornecendo motores para a equipe Lotus até o ano de 1986.
Senna pilotando para a Lotus no GP da Inglaterra de 1986, em Brands Hatch.
Fornecedora de Motores
Retornou a Fórmula 1 в 1989, fornecendo motores para a equipe Williams. Dessa união conquistaram 5 títulos de construtores (92, 93, 94, 96, 97) і 4 títulos de pilotos, com Nigel Mansell (92), Alain Prost (93), Damon Hill (96) e Jacques Villeneuve (97). A Renault forneceu motores também para a equipe Benetton (95-97), conquistando o mundial de pilotos com Michael Schumacher e o de construtores no ano de 95. Retirou-se mais uma vez das pistas no final de 1997.
O Williams FW14B de Nigel Mansell, usado em 1992.
Neste ano Mansell foi campeão de pilotos,
e a Williams campeã nos construtores
A volta como equipe F1
No final de 2000, a Renault anuncia a sua volta para a Fórmula 1, através da compra da equipe Benetton, mas mantendo o nome da equipe por mais uma temporada.
O Benetton B194, carro do título de Modelo R27 da temporada 2007
Michael Schumacher em 1994
Em 2002, a Renault volta a ter uma equipe oficial na Fórmula 1. A equipe contou com os pilotos Jarno Trulli e Jenson Button. Em 2003, contrata o piloto Fernando Alonso para o lugar de Button, conquista a primeira vitória e pole position da equipe após seu retorno a Fórmula 1, ambas conquistas foram de Alonso, tornando o mais jovem piloto a obter uma vitória e uma pole na história da categoria. Na temporada de 2005 obtém 8 vitórias e 7 poles e conquista o primeiro título de construtores como equipe da sua história e o título de pilotos com Fernando Alonso.
A partir de 2007 a equipe Renault não irá mais ter estampadas em seus carros as cores amarela e azul que eram usadas pelo seu principal patrocinador a marca japonesa de cigarros Mild Seven, pelo fato de seu novo patrocinador ser o grupo financeiro holandês ING, que é avaliado em 71,3 bilhões de euros, as cores do carro é azul e laranja nesta temporada.
Após a decepcionante temporada de 2007, a Renault traz para 2008 o bicampeão Fernando Alonso, retornando a equipe, e o estreante Nelson Ângelo Piquet “carinhosamente chamado de Nelsinho“, ambos terão a tarefa de consagrar o modelo R28.