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[REVIEW] Mini Cooper Countryman 2017 cresce, ganha potência e adiciona praticidade

O SUV redesenhado incorpora características de entretenimento em um carro tamanho família para todos os climas.

Mini Cooper 2017

Um modelo feito pela marca Mini é sem erros, independente da cara, versão ou estilo de carroceria. Alguns podem considerar o novíssimo Mini Cooper Countryman 2017 – o maior Mini até agora – um SUV, porem o modelo incorpora a marca registrada da Mini. Essa singularidade se estende para além do formato físico do carro até comportamento alegre e irreverente da marca.

Motor de 189 Cavalos no Mini Cooper

A Mini oferece opções de um motor turbo três cilindros de 134 cavalos na base Cooper ou, no Cooper S, um motor turbo quatro cilindros, 2.0 litros com 189 cavalos. Nós escolhemos a ultima opção para o nosso, estranhamente nomeado, Cooper S Countryman All4, que é portátil para um carro tração nas quatro rodas. Isso o faz comparável a outros SUV’s premium como o Audi Q3, o Mercedes-Benz GLA e o BMW X1- que compartilha sua plataforma com o Countryman. A Mini pertence a BMW. O Countryman começa custando $26;950 por uma tração dianteira básica e $31.950 pelo S AWD. Algumas opções de pacote desejáveis trazem o preço do nosso para $39.535. Isso talvez soe como muito dinheiro, porem a Mini nunca foi uma marca de orçamento.

Ainda assim, é estonteante como até com esse preço o nosso Mini peca na falta em recursos de segurança, incluindo freio de emergência automático e assistente de faixa. Não possui monitoramento de ponto cego. Você pode conseguir ele como parte de um opcional assistente ativo ao motorista custando $1.000, que também requer um pacote adicional de $6.000 chamado “Fully Loaded” (totalmente carregado).

Com um motor maior de 2.0 litros, unido a um câmbio automático de oito marchas, o Countryman parece vivo e cheio de energia. O câmbio se relaciona harmoniosamente com o turbo rico em torque. Gire o seletor de modo de direção para a opção esporte e a resposta do acelerador se torna mais rápida, com as trocas de marcha acontecendo em rotação mais alta, adicionando mais entusiasmo. Inversamente, escolhendo o modo econômico temos uma performance mais rustica. O recurso de desligamento do motor não é o mais suave, porem você pode desativar esse incomodo. De modo incidental, uma versão manual de seis marchas ainda é oferecida (algo incomum nos EUA).

Nos acreditamos que com o motor menos potente de três cilindros, que testamos no nosso Cooper Clubman 500 libras mais leve, o Countryman poderia ter dificuldades de se mover com autoridade. A economia de combustível é delimitada pela EPA como 26 mpg ao todo; até agora estamos perto disso, segundo o computador do carro.
O Countryman pode muito bem ser o Mini mais confortável, porem sua corrida ainda é bem firme. A suspensão tem uma camada de absorção e a carroceria se mantem controlada e firme, felizmente livre da dureza que caracterizou os Minis anteriores.

O Mini não é particularmente silencioso, porém barulho não é censurável. O ruído de estrada é até bem suprimido, porem em rodovias de alta velocidade ele é acentuado.

Por dentro ele é uma celebração do estilo e personalidade usual do Mini, incluindo botões cromados e outros detalhes legais e diferentes. Igualmente ao resto da linha Mini, os controles para janelas, travas e ajuste de espelho são colocados nos lugares tradicionais. Diferentemente dos Minis anteriores, o velocímetro do Countryman é convencionalmente colocado bem na frente do motorista, liberando os arredores do medidor central para a tela de informação e entretenimento.

Esse entretenimento e informação é manejado através de um botão de controle central que interage com a tela, bem como o iDrive dos modelos BMW. Isso certamente implica uma curva de aprendizado, mas assim que é dominado fica logico. Convenientemente, mudar de rádio e iniciando ou recebendo ligações pode ser feito só com controles no volante enquanto se checa a ação no display acima.

O assento traseiro tem espaço suficiente para adultos de tamanho padrão e, ao contrário do Countryman original, ele comporta três pessoas. É bastante espaço para as crianças. Ainda que o espaço de bagagem seja modesto, os assentos traseiros podem deslizar para frente e para trás independentemente, disponibilizando um pouco mais de espaço para passageiros, bagagem ou ambos.

É claro, nós não teremos problema nenhum acumulando milhas antes que o teste formal comece porque esse maxi Mini é superdivertido de dirigir… com um lado prático verossímil.

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